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Léo Guimarães de Borda da Mata publica textos em Antologia Poética

O jornalista, servidor público e poeta Antonio Agnaldo Guimarães, mais conhecido como Léo Guimarães, participou da recém lançada I Antologia Poética do Recanto das Letras – Volume 2, onde publicou 6 poemas de sua autoria. Nessa sua primeira aventura no campo da literatura ele participou juntamente com mais 149 autores de todo o Brasil. A obra foi lançada em 3 volumes, com 50 autores cada, sendo que Léo está no volume 2.
A inscrição na Antologia foi realizada em novembro de 2018 quando o poeta conseguiu o patrocínio para custear financeiramente esse projeto. Léo contou com o patrocínio e incentivo de seus amigos Dr. Gustavo Dantas de Melo – Ex-Promotor de Justiça, Dr. Adolfo Souza Costa Junior – Presidente do Centro Cultural Irmã Martha, Marília Duarte Lopes Sáber – Diretora de Administração e Finanças de Borda da Mata, Gláucia Brandão Guilherme – Ex-Diretora do Departamento Municipal de Educação, Cléber José Pereira – Gerente do Banco do Brasil, Beto e Rose Pádua – Proprietários da Panificadora Primor de Borda da Mata e Pouso Alegre.
Durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro os textos foram editados, corrigidos, diagramados e por fim enviados a cada um dos 150 autores para a aprovação final, desse modo culminando com o lançamento da obra agora no mês de março de 2019. Informações sobre como proceder para a aquisição do livro poderão ser adquiridas diretamente com Léo através do celular (35) 99961-7722 que também é WhatsApp ou através do e-mail leodaborda@hotmail.com
Léo Guimarães, quem também é Presidente do Conselho Municipal de Política Cultural e do Patrimônio Cultural, tem diversos projetos literários em mente para um futuro próximo. Embora não tenha nascido em Borda da Mata, ele ama essa cidade e sua história, por isso pretende escrever algo referente ao resgate da história do Município e também um compêndio das biografias de todos os cidadãos que dão nome às diversas ruas daqui. Outras obras poéticas também deverão vir por aí nos próximos anos, principalmente uma obra na área religiosa tendo em vista sua enorme fé em Deus e em Nossa Senhora. A semente foi lançada agora com a participação nessa Antologia e esperamos que vários livros sejam lançados pelo jovem autor que é extremamente apaixonado por livros e pela leitura.
Biografia de Léo Guimarães (publicada na página 199 do livro)
Antonio Agnaldo Guimarães, nascido em 17 de junho de 1979, em Barbosa Ferraz-PR, é filho de Benedito Pedro Guimarães e Maria do Carmo de Carvalho Guimarães. Desde 1991, reside em Borda da Mata – MG e é casado com Josiane Pereira Guimarães. Ama os animais, tendo uma cachorra chamada Mel e três gatos, Frederico, Ferdinando e Nina.
Léo é escritor; historiador; Grão-Mestre da Tradicional e Mística Companhia D´Sebasthiano; Bacharel em Comunicação Social, pela UNIVÁS; Técnico em Serviços Públicos, pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IF/Sul de Minas; pós-graduado em Gestão Pública com foco em Controle e Resultados, pela Escola de Contas e Capacitação Professor Pedro Aleixo, do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais – TCE/MG. Atualmente, é servidor público no Departamento de Administração e Finanças de Borda da Mata e presidente do Conselho Municipal de Política Cultural.
É coautor do livro Andei muito nesses 103 anos de vida – A trajetória política e jornalística de Barbosa Lima Sobrinho, juntamente com Humberto Azevedo. Prefaciou os livros O coração que carrega e Antologia Poética – Volume I, de autoria do poeta Adriano Antonio Pereira. Apaixonado por livros, aventura-se pelos labirintos das letras com palavras às vezes desconexas e com textos sem compromisso com os rigores da literatura. Em 1998, foi semifinalista do Prêmio Assis Chateaubriand de Redação. Possui textos no site Recanto das Letras.
ESCREVER
As letras são como o sangue que corre pelas veias,
Necessito desse ânimo para viver.
E a cada palpitar do meu poético coração,
surgem histórias e relatos de uma vida onde tudo,
tudo mesmo, é literatura até que se prove o contrário.
Escrever é lei, não há nada que aconteça que já não esteja escrito, aqui ou nas estrelas.

E o poeta? Esse é o arauto do vernáculo aqui na Terra.

(Publicado na página 204 do livro)

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