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Pesquisa da Trevisan Escola de Negócios aponta áreas que mais precisam ser desenvolvidas na nova indústria de arenas multiuso brasileira

A inauguração das primeiras arenas multiuso, como Arena Grêmio, Castelão (Fortaleza-CE) e Mineirão (Belo Horizonte – MG), materializam no País o conceito que deverá representar o futuro de instalações e equipamentos para esporte e entretenimento. Entretanto, há diversas áreas desta nova indústria que ainda precisam de atenção, especialmente no que se refere à organização e à gestão.

 Pesquisa realizada pela Trevisan Escola de Negócios junto aos alunos da primeira turma do curso Gestão de Arenas Multiuso, concluída em meados de dezembro, indica que hospitalidade, geração de receita com “matchday” (dias de jogos), modelos de administração dos estádios e segurança são os itens mais preocupantes do setor.

 “A opinião dos alunos mostrou que aparentemente a nossa construção civil está apta a dar conta das demandas desses novos espaços de entretenimento”, declara Fernando Trevisan, consultor e pesquisador da Trevisan Gestão do Esporte e diretor da Trevisan Escola de Negócios. “Por outro lado, existem diversos segmentos que ainda precisam ser desenvolvidos pela mão-de-obra local para termos uma indústria de arenas multiuso próxima das dos países europeus e norte-americanos.”

 Entre os profissionais que participaram do curso estão executivos de construtoras, operadoras e comercializadoras de arenas. Eles apontam também como pontos de atenção carência em organização de eventos, mão de obra qualificada, legislação, acessibilidade e sustentabilidade ambiental.

 Entre as áreas que menos preocupam esses profissionais estão gestão do gramado e transmissão de dados e voz. A construção civil é a única que não causa temor nos executivos, tendo sido citada por apenas 5% dos entrevistados.

 

 

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