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Secretaria Municipal de Saúde alerta para casos suspeitos de Dengue e Chikungunya em Borda da Mata

Borda da Mata está com quatro casos suspeitas de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, três de Dengue e um de Chikungunya.  Os casos estão sendo acompanhados pela Secretaria Municipal de Saúde e já se sabe que foram importados, ou seja, o vírus foi contraído enquanto as pessoas estavam em viagem (Pouso Alegre, Brasília e Nordeste), mas que podem ser transmitidos aos bordamatenses, pois se o mosquito da cidade picar uma pessoa doente, ele se torna infectado e ao picar outra pessoa, transmite o vírus. As pessoas com suspeita de dengue e chikungunya são residentes dos bairros São Judas, Santa Rita, Nossa Senhora de Fátima e uma de Pouso Alegre.
O mosquito se reproduz em água parada, por isso, é importante ressaltar que o combate ao transmissor é feito pela própria população, principalmente. Os lixos jogados nas ruas, nos lotes, vasos no quintal, piscinas, caixas d’água: tudo isso pode ser propício para a proliferação do mosquito, que se reproduz em apenas seis dias no verão. O serviço de combate à dengue do Setor de Epidemiologia da Secretaria de Saúde é intensificado nessa época. Com os casos suspeitos, já foi feito, no dia 16/10/2017, bloqueio nas residências ao redor das casas dos suspeitos, com busca ativa e eliminação dos criadouros.
A enfermeira responsável pelo Setor de Epidemiologia, Graziela Siqueira, explica que o Brasil é um país com clima predominantemente tropical, marcado por períodos de sol e chuva e isto potencializa a proliferação do mosquito Aedes aegypti, devido às altas temperaturas, principalmente nessa época do ano. Basta o inseto encontrar água parada, suja ou limpa, que apenas uma fêmea pode gerar 1.500 mosquitos. “O país todo vem sofrendo com algumas epidemias de doenças transmitidas por este mosquito e estas doenças atingem populações das mais variadas classes sociais e não poupa ninguém. No caso de nosso município, somente a semana que passou já tivemos quatro casos suspeitos. Assim, cabe a todos nós fazermos nossa parte, cuidando da nossa casa, do nosso quintal, do nosso lote ou casa vazia e, principalmente, do nosso lixo, afinal através dele, jogado em local inadequado, em horário inadequado, estamos propiciando mais criadouros para esses mosquitos terríveis que vem amedrontando todos.”
Graziela ainda conclui “campanhas de saúde contra essas epidemias têm sido desenvolvidas, no entanto sempre nos esbarramos na falta de consciência ou hábito de vida de cada um em permanecer atentos em relação aos criadouros do mosquito. Este não é só um problema de saúde pública, mas também um problema ambiental de grande impacto!”

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