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Bureau de Inteligência Competitiva do Café gera informações estratégicas para o agronegócio café no Brasil

O Bureau, localizado na Universidade Federal de Lavras- UFLA, conta com apoio e parceria do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café

O agronegócio café é uma das atividades que se destaca historicamente na balança comercial brasileira com expressiva geração de divisas. Mesmo hoje dividindo espaço com outros produtos agrícolas e industriais, o café continua tendo importante papel socioeconômico no País. Mas, como qualquer outro negócio, é preciso que a cafeicultura busque constantemente a inovação e a inteligência competitiva no campo da pesquisa e desenvolvimento e em todos os elos da produção e comercialização do produto. É necessário (ante)visão de novas tendências, oportunidades e desafios dos Cafés do Brasil, para que o País mantenha participação crescente no mercado mundial.

O Brasil vem se mantendo, há mais de um século, como o maior produtor e exportador de café. Recentemente, a busca por inovação e competitividade passou a fazer parte de todos os elos do agronegócio café no País. A imensa variedade de alternativas (coado, monodose, cápsulas, solúvel, novos produtos à base de café etc.) de consumo da bebida, para mercados cada vez mais exigentes, é um reflexo das novas tendências. Nesse contexto, a inteligência competitiva do setor cafeeiro, por sua vez, vem ganhando força.

Para falar sobre inovação e inteligência competitiva do café, a Embrapa Café entrevistou Luiz Gonzaga de Castro Júnior, professor e assessor de Inovação e Empreendedorismo da Universidade Federal de Lavras – UFLA, uma das dez instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Luiz Gonzaga tem graduação e mestrado em Administração pela Ufla e doutorado em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo – USP. É ainda coordenador do Centro de Inteligência em Mercados (CIM), pesquisador líder do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, coordenador de projetos vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT-Café) e ao Polo de Excelência do Café (PEC – Secretaria de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais), editor executivo da revista Coffee Science e consultor ad hoc da revista Organizações Rurais & Agroindustriais.

 

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