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Ensinamentos de Dom Bosco sobre a murmuração

Dom Bosco, ao contrário do que muitos pensam, tinha um temperamento classificado como “colérico”. No entanto, consciente do seu temperamento difícil, determinou-se a “domá-lo” com o auxílio da graça de Deus, além de toda sua luta pessoal e seu esforço contínuo.

Ele era muito dirigido por Deus através de seus sonhos. Num deles, um personagem o levou a uma linda plantação. Rapidamente, porém, as folhas foram murchando e a plantação perdeu todo o seu viço. Diante do olhar interrogativo de Dom Bosco, o personagem mandou que ele se aproximasse. Foi quando viu nas folhas uma espécie de ferrugem e perguntou: “O que é isso?” O personagem respondeu: “A murmuração. Ela é como uma praga. Espalha-se rápido e põe tudo a perder. Ela mata a vida de qualquer comunidade”. Novamente questionou Dom Bosco: “O que fazer agora?”. E o homem respondeu: “Com a murmuração não há outro jeito. É preciso exterminar”. Então, ele sentiu ecoar nos seus ouvidos as palavras: “É preciso exterminar!” e acordou. Foi a partir daí que ele começou a aplicar o ensinamento de que precisamos sempre: “Pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem a todos”.

Eis o que deve ocupar os nossos pensamentos e as nossas conversas: tudo e somente o que é verdadeiro, justo, nobre, puro, virtuoso e louvável. Dessa forma, “A paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus” (Fl 4,7). Se a gente semeia jasmim, colhe jasmim. Mas se nós semearmos urtiga e insistimos nisso, não podemos esperar flores. Nossas palavras são como sementes. O que falamos, semeamos. Que Dom Bosco nos inspire e que Nossa Senhora Auxiliadora seja a nossa intercessora!

 

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